Realizar a Avaliação de Linguagem
Avaliar o que a criança já comunica, escolher o protocolo para aquele perfil comunicativo e interpretar o resultado. A avaliação não é só coleta de dados: é o ponto de partida do plano.
Depois de formar mais de 4 mil fonoaudiólogas na CAA, eu vou conduzir, ao vivo, um caso real pensando em voz alta: cada decisão, cada alternativa descartada, e o porquê de cada uma.

“Eu estudei CAA, mas ainda não sei por onde começar com o meu paciente.”
“Eu quero atender o meu primeiro paciente de CAA. Só que eu fico esperando me sentir pronta e saber o suficiente para começar, e essa hora não chega.”
“Eu escolho a prancha, mas não sei montar um plano para usá-la e nem justificar por que escolhi cada recurso.”
“Chegou um paciente para a CAA e, mais uma vez, terei que encaminhar para uma colega porque me sinto insegura.”
“Eu montei a prancha, mas meu paciente não quer usar e eu não sei o que pode estar errado.”
O problema é que você estudou a CAA como se fosse um campo de recursos, mas ela é intervenção em linguagem.
O mercado de CAA ensina em partes: você viu aula de avaliação e escolheu um protocolo, viu post sobre planejamento terapêutico, viu curso de prancha ou até pegou a última com uma colega.
O que ninguém mostra é o fio que liga uma coisa à outra: o processo de decisão que transforma o que você observou em uma conduta que você consegue justificar e que faz realmente o seu paciente evoluir. Isso não aparece em aula, porque não é conteúdo.
É raciocínio clínico. E raciocínio só se desenvolve quando alguém decide na sua frente.
É isso que acontece no dia 17. Uma vez, em tempo real.
Avaliar o que a criança já comunica, escolher o protocolo para aquele perfil comunicativo e interpretar o resultado. A avaliação não é só coleta de dados: é o ponto de partida do plano.
O plano não é uma lista de atividades. Vamos definir os objetivos de linguagem a partir da avaliação, e os objetivos para a família, cada um com o porquê e com a alternativa que ficou de fora.
Personalizar não é deixar a prancha com a cara da criança. É criar arranjos linguísticos que fazem sentido e cabem no desenvolvimento dela: naquela família, naquela rotina, naquela escola. É aqui que a prancha aparece, e ela é a última decisão, nunca a primeira.
O fio que liga os três é o raciocínio clínico de linguagem. Por isso, eu vou te apresentar um caso único, do início ao fim, da avaliação à prancha de comunicação.
HojeVocê estudou CAA, mas na frente do paciente não sabe qual é a primeira decisão
DepoisVocê sabe por onde a leitura do caso começa
HojeVocê escolhe a prancha e não consegue justificar a escolha
DepoisVocê justifica cada escolha, e sabe qual alternativa descartou
HojeVocê monta o plano e ele não flui, e a conclusão é que precisa estudar mais
DepoisVocê reconhece quando o plano precisa mudar, e isso deixa de ser erro
HojeVocê espera se sentir pronta
DepoisVocê conduz o caso sabendo por que fez cada etapa
HojeVocê começa com pouco vocabulário porque acha que ele não vai dar conta
DepoisVocê monta o arranjo que permite ele avançar e sabe o porquê
Inclusive “por que você não fez o contrário?”. É a pergunta que mais ensina e a que nunca cabe em aula gravada.
Todo mundo mostra a conduta que deu certo. O raciocínio está no que foi considerado e deixado de lado.
Emitido para quem estiver na sala ao vivo.

Fonoaudióloga infantojuvenil · Comunicação Aumentativa e Alternativa
Fonoaudióloga infantojuvenil, especializada em Comunicação Aumentativa e Alternativa, mestranda em Saúde e Gestão com pesquisa sobre a formação do fonoaudiólogo na CAA no Brasil. Doze anos de atuação clínica com pessoas com necessidades complexas de comunicação.
Criadora do MPC (Meu Primeiro Paciente na CAA) e fundadora da Formação Fonoconecta, certificada pelo MEC. Ao todo, mais de 4 mil fonoaudiólogas já se formaram com ela na CAA e hoje atuam a partir do raciocínio clínico de linguagem, sem depender de metodologias.
Ela chegou a esse jeito de ensinar pelo caminho mais difícil. Começou a atender e se frustrou com as metodologias inespecíficas que o mercado difundia: muita teoria sobre o que é CAA e nenhuma direção sobre o que fazer com o paciente na próxima sessão. O que construiu desde então foi exatamente o que faltava ali, o processo de decisão que sustenta a conduta, do primeiro olhar até o sistema de comunicação funcionando na vida da criança.
No dia 17, é esse processo que fica visível.
Fale com o nosso suporte, disponível todos os dias em horário comercial.
Após a confirmação do pagamento, você recebe o link de acesso ao Grupo VIP, onde vai encontrar o link da imersão, os materiais e todas as informações necessárias para participar.
É ao vivo, via Zoom, no dia 17 de outubro, às 9h. A presença é essencial: além de ser onde acontece a experiência completa, é o requisito para receber o certificado de participação. A gravação fica disponível por 7 dias após o evento.
Porque três coisas só acontecem na sala: perguntar durante o caso, inclusive “por que você não fez o contrário?”; ver as decisões que eu descartei pelo caminho, que é onde o raciocínio realmente aparece; e receber o certificado de participação.
Serve, e talvez seja o melhor momento. Ver um caso inteiro antes de receber o seu é chegar na primeira sessão sabendo por onde começar, em vez de descobrir na frente da família.
Porque aqui não tem aula sobre CAA. Tem um caso sendo decidido ao vivo. O que provavelmente falta para você não é conteúdo: é ver o processo de decisão que transforma o que você já sabe em conduta.
Não. É sobre o raciocínio clínico de linguagem que decide qual prancha, para quem e por quê. A prancha aparece no fim, como a última decisão do caso.
Depende de uma coisa só: se você consegue justificar por que escolheu cada recurso daquele paciente. Existe o primeiro paciente da agenda e o primeiro paciente do seu raciocínio. E tem fono que já atendeu dez sem ter conduzido nenhum do começo ao fim sabendo o porquê.
Não. Nada do que acontece na imersão depende de material comprado. A prancha aparece como decisão clínica, e decisão clínica é anterior a orçamento.
Sim. A Imersão da Avaliação à Prancha de Comunicação foi criada exclusivamente para fonoaudiólogos. O raciocínio clínico de linguagem que será desenvolvido aqui exige formação específica em linguagem, por isso o recorte é intencional e não vai mudar.
As três primeiras, dentro do caso: avaliação, planejamento e personalização. As outras duas aparecem no mapa, com o caminho completo explicado no final.
Sim. O certificado é emitido para os participantes que estiverem presentes ao vivo na imersão. Não é certificado MEC, é certificado de participação.
Basta clicar no botão abaixo e realizar sua inscrição com desconto. Após a confirmação, você receberá todas as informações de acesso para participar da aula ao vivo.
Da avaliação à prancha de comunicação.
Quero garantir meu lugar